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Quem Sou

Quem Sou

Sou psicóloga e, antes de tudo, uma pessoa que acredita profundamente no encontro humano. Meu trabalho nasce do cuidado com a escuta — uma escuta atenta, respeitosa e sem pressa, que acolhe histórias, silêncios, dúvidas e sentimentos como eles se apresentam.

Na clínica, procuro estar próxima. Não no sentido de invadir, mas de caminhar junto. Acredito que cada pessoa carrega em si recursos, sentidos e possibilidades, e que o processo terapêutico é um espaço para favorecer o contato consigo mesma, com suas escolhas, limites, dores e potências.

Minha abordagem é existencial: olho para o ser humano em sua totalidade, considerando sua história, seus vínculos, seu corpo, suas emoções e também sua espiritualidade — quando ela faz sentido para quem está comigo. Entendo a espiritualidade como uma dimensão importante da experiência humana, que pode oferecer sustentação, significado e esperança, sem imposições.

Tenho um compromisso sério com o estudo contínuo. Aprendo, escrevo, participo de formações, compartilho conhecimento porque acredito que o saber só tem valor quando inspira, transforma e se coloca a serviço da vida.

Se você chegar até aqui, saiba que encontrará um espaço de respeito, presença e verdade. Um lugar onde você pode ser quem é, no tempo que precisa, com aquilo que carrega.

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Tratamentos

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Psicoterapia a partir de uma escuta humana, corporal e existencial

O corpo sente
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O sintoma não é o vilão, nem o seu inimigo. Ele é uma forma de comunicação do corpo, um jeito de dizer que algo precisa ser olhado com mais cuidado. Muitas vezes, angústias, preocupações e sofrimentos que não encontram espaço para serem sentidos ou nomeados acabam se manifestando no corpo, revelando que somos seres integrados, onde emoção, pensamento e corpo caminham juntos. Na Gestalt-terapia, esses sinais são acolhidos como parte do processo existencial do indivíduo, compreendidos a partir da relação entre organismo e ambiente. Assim, o sintoma deixa de ser apenas algo a ser combatido e passa a ser um convite à awareness, ao autoconhecimento e à construção de formas mais criativas e cuidadosas de estar no mundo.

Mulher, identidade e construção de si

Ao longo da vida, muitas camadas vão se formando a partir das relações, das expectativas sociais, das histórias familiares e das experiências vividas no próprio corpo. Nem sempre há espaço para que essa identidade seja construída com liberdade; muitas vezes, ela é atravessada por cobranças, silêncios e adaptações necessárias para sobreviver. Questionar quem se é, sentir-se dividida ou em conflito não é sinal de fragilidade, mas parte de um movimento legítimo de busca por sentido e pertencimento. No espaço terapêutico, essa construção pode ser olhada com mais cuidado e segurança, permitindo que a mulher reconheça sua história, acolha suas marcas e encontre formas mais autênticas e potentes de existir, em contato consigo e com o mundo.

O passado presente

Talvez você já tenha percebido como alguns pensamentos negativos insistem em voltar, mesmo quando tudo parece estar bem no presente. Muitas vezes, isso não acontece por fraqueza ou falta de controle, mas porque experiências difíceis do passado — traumas, perdas ou situações vividas sem segurança emocional — ficaram em aberto dentro de você. Aquilo que não pôde ser sentido, compreendido ou integrado no momento retorna como uma tentativa do corpo e da mente de dar sentido ao que ficou interrompido. No setting terapêutico, esse movimento é acolhido com cuidado: um espaço seguro onde essas experiências podem, finalmente, ser revisitadas, integradas e ressignificadas, permitindo que o passado encontre seu lugar e o presente se torne mais leve.

Felicidade

Talvez você esteja buscando a felicidade como algo que ainda falta, como se ela estivesse sempre um pouco mais adiante: quando tudo der certo, quando alcançar algo, quando finalmente descansar. Mas, muitas vezes, essa busca constante só aumenta a sensação de vazio e de insuficiência. A felicidade não costuma aparecer como um estado permanente ou um prêmio conquistado, e sim nos pequenos encontros com a vida como ela é. Ela surge quando há presença, cuidado com os vínculos, escolhas assumidas e sentido no que se vive. Não é sobre eliminar a dor, mas sobre atravessá-la sem se perder de si, permitindo-se viver com mais verdade e gentileza.

Contato
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